Acção e Aventura
Séc. XXVII.
Os recursos disponíveis na comunidade de Madrid são cada vez mais limitados e, como boa parte das comunidades isoladas no interior dos continentes, é preciso mover as pessoas para as cidades costeiras. Aí os transportes marítimos ainda funcionam com uma segurança mínima. O próprio oceano é uma fonte de recursos a que a humanidade ainda consegue aceder.

Uma dessas missões de distribuição de pessoas parte de Madrid em direcção a Lisboa. Inicialmente seria uma missão conduzida por forças de segurança civil, entra as quais se encontra Gwinion, Tenente Gwinion Mori. Numa reviravolta inesperada, os militares acabam por ficar com a liderança desta missão e a organização passa a ser conjunta.

A taxa de sucesso média de todas as missões anteriores é inferior a 50%!
Esta é uma missão única a vários níveis, mas nem por isso corre melhor do que boa parte das restantes missões anteriores.

Assim que saiem dos portões são pressionados pela proximidade de um ataque. Toda a primeira parte da viagem é passada sob tensão de desvios constantes e sob a tensão da descoberta de que os militares conhecem muito mais sobre os ataques da natureza do que aquilo que lhes tem sido revelado.

Depois de vários ataques, sem saber bem de onde ou de quem, a missão desintegra-se e o grupo de Gwinion segue sozinho até às Portas de Ródão. Aí o mundo vai revelar-se-lhes em mais perigos e aventuras do que aquelas que já tinham passado até ali. Certamente muito mais do que aquilo que acreditavam ser possível.
E a katana de Gwinion provou ser útil para mais que os seus treinos de Iaido dentro da comunidade.